Um pouco mais de azul

domingo, março 07, 2004

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De repente, um telefonema. De imediato, o sorriso apaga-se e dá lugar à apreensão, à expectativa. É a preocupação vaga de dias anteriores tornada real, concreta, pesada. Regressa o espectro de outras horas assim passadas, felizmente com um final bom. Instala-se a dúvida: desta vez poderá haver, de novo, um final feliz? Sinto aproximar-se um medo frio, gelado. De que falte pouco para ter de me separar de quem eu tanto gosto. Do meu pai.


 
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